
Foto: imagem do filme Crash
Todos nós adoramos conversar com os nossos amigos sobre nós mesmos. Penso que é mais fácil para o outro conhecer-nos, do que nós nos conhecermos a nós próprios. Pelo menos comigo acontece. Por vezes quando alguém faz uma descrição sobre mim eu fico a conhecer aspectos da minha personalidade que não fazia ideia existirem.
Eu, quem sou eu?
Não, não vou escrever um texto sobre mim, nem sobre ninguém, pelo menos em específico. Não é essa a ideia.
Já deram conta de quantas vezes disseram a alguém “tens uma força invejável”. Penso que todos aqueles que vivem situações difíceis e as ultrapassam com coragem podem ser chamados de “fortes”, mas no fundo todos eles são invadidos por medo, tristeza, fraqueza... E quanto mais forte a pessoa se tentar mostrar, mais desamparada está ela, vos garanto.
Quantas e quantas vezes não basta um abraço, um sorriso, meia dúzia de palavras repletas de sentimento vindas de alguém que gostamos para nos sentirmos melhor. É tão bom termos amigos com quem podemos contar. Não me consigo imaginar sem um amigo com quem desabafar, sem um amigo a quem abraçar. Os amigos são mesmo o alimento que me dá vida.
Também sabe bem ouvir alguém dizer o quanto se orgulha de nós, principalmente quando é uma pessoa que nos viu crescer e seguiu todo o percurso que fizemos ate chegarmos onde estamos. Mas nem sempre temos esse prazer, pois a maior parte das vezes aqueles que estão mais próximos esquecem-se de nos dizer que gostam de nós, quanto mais valorizar os nossos actos.
Pais e mães que ignoram os filhos. Filhos e filhas que ignoram os pais. Avós que só sabem criticar a terceira geração em vez de abraçarem os netos que fazem parte dela. Nunca ninguém se lembra destas pequenas atitudes a não ser, às vezes, quando a morte bate à porta e é ponderada a quantidade de palavras que ficaram por dizer.
Tudo aquilo que mais queria era sentir o orgulho daqueles que me são próximos e a única coisa que ouço são criticas, estas sem fundamento.
Todos os meus amigos valorizam a pessoa que sou, e tu, tu que me devias conhecer melhor que ninguém, pois criaste-me, limitas-te a dizer-me que sou um fardo. Fardo esse, relembro-te, que te colocou pão e água na mesa por muito, mas muito tempo.
É triste quando lutamos por sonhos que são nossos e por sonhos que são deles, e nem aos nossos nem aos deles eles sabem dar valor.
Eu amo a minha família. Aquela família que a vida me deu a escolher. Os amigos!
Eu, quem sou eu?
Não, não vou escrever um texto sobre mim, nem sobre ninguém, pelo menos em específico. Não é essa a ideia.
Já deram conta de quantas vezes disseram a alguém “tens uma força invejável”. Penso que todos aqueles que vivem situações difíceis e as ultrapassam com coragem podem ser chamados de “fortes”, mas no fundo todos eles são invadidos por medo, tristeza, fraqueza... E quanto mais forte a pessoa se tentar mostrar, mais desamparada está ela, vos garanto.
Quantas e quantas vezes não basta um abraço, um sorriso, meia dúzia de palavras repletas de sentimento vindas de alguém que gostamos para nos sentirmos melhor. É tão bom termos amigos com quem podemos contar. Não me consigo imaginar sem um amigo com quem desabafar, sem um amigo a quem abraçar. Os amigos são mesmo o alimento que me dá vida.
Também sabe bem ouvir alguém dizer o quanto se orgulha de nós, principalmente quando é uma pessoa que nos viu crescer e seguiu todo o percurso que fizemos ate chegarmos onde estamos. Mas nem sempre temos esse prazer, pois a maior parte das vezes aqueles que estão mais próximos esquecem-se de nos dizer que gostam de nós, quanto mais valorizar os nossos actos.
Pais e mães que ignoram os filhos. Filhos e filhas que ignoram os pais. Avós que só sabem criticar a terceira geração em vez de abraçarem os netos que fazem parte dela. Nunca ninguém se lembra destas pequenas atitudes a não ser, às vezes, quando a morte bate à porta e é ponderada a quantidade de palavras que ficaram por dizer.
Tudo aquilo que mais queria era sentir o orgulho daqueles que me são próximos e a única coisa que ouço são criticas, estas sem fundamento.
Todos os meus amigos valorizam a pessoa que sou, e tu, tu que me devias conhecer melhor que ninguém, pois criaste-me, limitas-te a dizer-me que sou um fardo. Fardo esse, relembro-te, que te colocou pão e água na mesa por muito, mas muito tempo.
É triste quando lutamos por sonhos que são nossos e por sonhos que são deles, e nem aos nossos nem aos deles eles sabem dar valor.
Eu amo a minha família. Aquela família que a vida me deu a escolher. Os amigos!

3 comentários:
Eu gosto muito de ti e é muito que me orgulho do teu percurso..
E de quem és.
mil abraços, querida miho.
Um ombro cibernético: O meu
Uma família escolhida: A dos blogs
Uma palavra: Sentimento.
Um abraço = mil palavras.
Beijo
já sabes que tens aqui uma irmã, com quem podes contar nas horas boas e acima de tudo nas horas más. estarei sempre aqui para te dizer o quanto gosto de ti e o quão orgulhosa estou de te ter como amiga. apesar de estar-mos longe uma da outra a maior parte do tempo não façamos da distância uma desculpa para nos perder-mos uma da outra, graças a deus o homem é o animal mais inteligente do mundo (apesar de algumas vezes não o parecer!!) e já inventou umas quantas merdas pa encurtar distâncias. se algum dia precisares de mim e os meios de comunicação não permitirem que nos encontremos grita o meu nome , pois onde que que eu esteja o meu coração ouvira o teu chamamento!!!
(dasse está ultima frase até a mim me espantou!!
gaja porta-te!!
jinhos
:P
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